Fotos – Da Ocupação à (Des)Ocupação, parte 1

•15/12/2009 • Deixe um comentário

E o mensalão do DEM deu o que falar, ver, inventar piada e fotografar.

Da Ocupação à (Des)Ocupação, parte 1


Estética da Fome no país do Fome Zero

•14/12/2009 • Deixe um comentário

Estética da Fome no país do Fome Zero

Para melhorar nosso trabalho, nada melhor do que observar o trabalho dos outros. E se possível, conhecer os melhores.

Foi isso o que resolvi fazer com o vencedor do Prêmio Esso de Jornalismo 2009, na categoria Fotografia. O prêmio foi dado para o repórter fotográfico Arnaldo Carvalho, que atua no Jornal do Commercio de Pernambuco. A foto vencedora intitulada “Fome” revela a história de Ana Vitória que – com apenas 1 ano e 2 meses – perdeu a visão dos dois olhos devido a forte desnutrição.

A imagem compõe a série “Exilados da Fome” que foi fruto de uma reportagem especial que marcou o centenário de Josué de Castro. Arnaldo Carvalho conta que rodou quase 10 mil quilômetros, em 15 dias, pelos nove estados do Nordeste do Brasil em busca de pessoas “invisíveis” aos olhos da nossa sociedade.”Essas fotos foram feitas no país do Fome Zero. É incrível como em pleno século XXI pessoas ainda morram de fome. É um soco no estômago atrás do outro, amigo. Não foi fácil fazer esse material. Foi muito cansativo tanto psicologicamente quanto fisicamente”, revela.

Todo ensaio “Exilados da Fome” pode ser visto no flickr de Arnaldo ( http://www.flickr.com/photos/acarvalho/sets/72157607139538004/).

Fotos que contam histórias

•30/11/2009 • Deixe um comentário

Fotos: Alexandra Martins

Marcos Alves, 26 anos, aguarda o governador José Roberto Arruda (DEM), em frente à Casa Oficial, para pedir ajuda financeira. Do jeito que as coisas caminham no governo do Distrito Federal é capaz do governador pedir ajuda ao pobre homem.

Homem aguarda ajuda financeira do governador de Brasília que está envolvido em corrupção

Portfólio de Fotografia na 4ª Mostra Recife de Fotografia

•25/11/2009 • Deixe um comentário

O trabalho Portfólio de Fotografia II foi selecionado para a 4ª Mostra Recife de Fotografia. O vídeo-foto foi apresentado no dia 18/09 no Mercado da Madalena em Recife. Infelizmente eu não pude ir, mas meus trabalhos estavam presentes e isso é o que importa  =)

Inventando a roda

•25/11/2009 • Deixe um comentário

As vezes eu me sinto como se estivesse inventando a roda ao descobrir que existe um Guia do Ilustrador e uma revista online especializada neste público. Depois de participar do 24 Horas de Desenho comecei a buscar referências de desenho e quadrinhos.

Quando mais estudo, descubro que menos tenho conhecimento de alguma coisa.

Atrás das Lentes

•19/11/2009 • Deixe um comentário

Postado no site do Fotoclube f/508
Atrás das lentes é um documentário realizado por Alexandra Martins que investiga questões ligadas à fotografia a partir dos olhares e opiniões dos integrantes do Fotoclube f/508 com a finalidade de apontar os diversos pensamentos sobre essa temática.

A obra, realizada para a disciplina de Projeto Experimental do Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), apresenta relatos de fundadores do Fotoclube f/508, como Humberto Lemos, Janaína Miranda e Camila Martins e a ex-aluna do projeto Retratando com a Alma, Débora Tavares. O filme/documentário será apresentado hoje, dia 19 (quinta-feira), à partir das 19:30h no auditório da biblioteca do UniCEUB.

Concurso Nacional Dia de Sair do Armário 2009

•30/10/2009 • Deixe um comentário

A notícia é antiga mas relembrar é viver. Nessa minha sumida do blog estive fazendo muitas coisas – assim, muitas coisas mesmo!!!.

E uma delas foi ter participado do I Concurso Nacional Sair do Armário. O objetivo era fazer uma foto saindo do armário de forma a mostrar o lado positivo de se assumir. Havia algumas regras básicas como mostrar o rosto na imagem e não revelar partes íntimas do corpo.

E eu resolvi fazer uma foto saindo do armário pegando o Lego como referência. Sim, o Lego. Aquele brinquedo de infância super fofo e divertido.

Aproveitei que a temática dos anos 80,90 está na moda, montei um cenário de um quarto com o Lego e colei um rosto meu no boneco. É uma maneira de brincar com um tema tão sério a partir de um brinquedo de infância. E pra dar um toque final na composição coloquei uma cama sorrindo simbolizando o sexo e o prazer sem culpa como uma consequencia de sair do armário.

Gostei muito de participar do concurso e mesmo que tenha conseguido o 2º lugar, acho que valeu a pena pra mostrar meu trabalho e passar essa mensagem para as pessoas.

É possível ver os outros trabalho neste link: http://www.paroutudo.com/materias/redacao/091009.php

001

Desenhos: carvão + giz

•21/10/2009 • Deixe um comentário

Minhas primeiras experiências com carvão e giz branco. Meu próximo passo será comprar uma caixa de giz colorido e começar a fazer sombra em cores.

Tempo, tempo, mano velho

•21/10/2009 • Deixe um comentário

001Sumi um tempo, um bom tempo.

Tempo pra fazer coisas novas e no retorno mostrar o que tenho feito.

Tempo para crescer. Tempo para chorar.

(tem)po para por tempero.

A força da imagem

•21/10/2009 • Deixe um comentário

Alexandra Martins
Colunista do Manual dos Focas

Estar na faculdade é experimentar novas sensações, é conhecer pessoas novas e ampliar seu leque de conhecimento. É, antes de tudo, reconhecer seus limites e saber a dor e a delícia de trabalhar em grupo. Numa dessas tive uma experiência um tanto reveladora quando fui editora de fotografia do Jornal Laboratório da minha faculdade.


Esses periódicos têm como objetivo simular a rotina de uma redação semelhante àquela que o estudante irá encontrar no mercado de trabalho.

Ente meus colegas sempre fui a “menina da foto” logo de cara aceitei o desafio de organizar toda uma equipe em torno das imagens que seriam produzidas e editadas. Até aqui tudo bem. O problema apareceu quando percebi um certo descaso com a fotografia.

É importante ressaltar que esse relato é extremamente pessoal e não reflete a experiências de todos os impressos universitários. Mas conversando com outras pessoas que já foram editoras de fotografia em outros jornais laboratórios pude perceber que os problemas vão se repetindo independente de serem universidades públicas ou privadas.

Recordo que na época era muito comum ouvir dos colegas que as fotografias poderiam ser pensadas depois da pauta. Como se fosse uma mera ilustração para a matéria ou algo menor.

Certa vez uma repórter saiu para fazer fotos e apuração da matéria. Sugeri que ela tirasse várias fotos do personagem e do local, na horizontal e na vertical. No dia seguinte fiquei pasma ao ver as imagens porque ela tinha feito apenas uma foto. Argumentou que o assunto era muito complicado e que ao término da entrevista ficou com preguiça de fazer várias imagens. Acrescentou que pegou muitas informações e por causa disso o texto já falaria por si só. Questionei que se a matéria dela fosse capa como faríamos com apenas uma imagem. E ela responde: ah, repete a imagem. Põe a mesma dentro e fora.

Final da história: o texto não deu conta de falar por si só porque havia muitas informações repetidas e tivemos que “tampar o buraco” com uma ilustração que foi feita de última hora e no desespero de fechar o jornal. E o texto dela não foi capa, ainda bem.

Acredito que em grande medida isso acontece porque ainda é muito comum que nos cursos de jornalismo os professores dêem atenção especial às técnicas de texto e apuração. No entanto se esquecem que fotografia e texto devem caminhar juntos. Não existe uma hierarquia de importância que coloque a apuração da matéria num patamar maior do que a apuração da imagem.

Ainda mais na atualidade em que somos cercados de imagens por todos os lados e isso faz crescer o potencial da imagem como expressão de comunicação não-verbal.

Infográfico
O grande aparecimento de infográficos nos impressos e na internet exemplifica essa mudança. De acordo com o blog da equipe da Direção de Arte da revista Época (http://colunas.epoca.globo.com/fazcaber/fazcaber ) “essa é uma tendência nas redações de todo o mundo e um sonho que sempre quisemos realizar: transformar designers em profissionais mais completos, para que, assim, façamos jus ao nome de jornalistas visuais”, diz.

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